Fernando,
Importante a sua proposta de fortalecer a lugar humano do sujeito doente de câncer, colaborando para estimular experiências que o dirijam para os aspectos vivos e ativos de sua vida, resgatando neste sujeito aquilo que está diminuído e enfraquecido, frente ao diagnóstico sinistro e fatal que geralmente os envolve.
Importante proporcionar aos que estão sofrendo com a dor da perda próxima da vida, a oportunidade de se relacionarem com a criatividade, a arte e as idéias que são geradas e geradoras de vida.
Estimular o convívio dos pacientes com outros e o convívio dos cuidadores com outros pacientes é um modo muito interessante e criativo de propiciar espaços para que se as diversas modalidades de encarar e conviver, como de intercambiar percepções e idéias sobre o processo de estar doente e de estar sobrevivendo, ou estar se extinguindo.
A proposta de levar imagens e flagrantes de vida para o ambiente hospitalar, é um elemento interessante, que conspira para aproximar os enfermos da vida que vivem.
Pergunto se apoio que se oferece aos pacientes sob cuidados, inclui àqueles que aparentemente não querem cuidados oficiais, que optam por cuidarem-se de forma não usual, com recursos terapêuticos diversos. Se há a possibilidade de apoiar as escolhas individuais sem julgamento de valor, sem julgamento médico, mas solidário e colaborativo para todas as escolhas?
Abraço
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Fernando,
Importante a sua proposta de fortalecer a lugar humano do sujeito doente de câncer, colaborando para estimular experiências que o dirijam para os aspectos vivos e ativos de sua vida, resgatando neste sujeito aquilo que está diminuído e enfraquecido, frente ao diagnóstico sinistro e fatal que geralmente os envolve.
Importante proporcionar aos que estão sofrendo com a dor da perda próxima da vida, a oportunidade de se relacionarem com a criatividade, a arte e as idéias que são geradas e geradoras de vida.
Estimular o convívio dos pacientes com outros e o convívio dos cuidadores com outros pacientes é um modo muito interessante e criativo de propiciar espaços para que se as diversas modalidades de encarar e conviver, como de intercambiar percepções e idéias sobre o processo de estar doente e de estar sobrevivendo, ou estar se extinguindo.
A proposta de levar imagens e flagrantes de vida para o ambiente hospitalar, é um elemento interessante, que conspira para aproximar os enfermos da vida que vivem.
Pergunto se apoio que se oferece aos pacientes sob cuidados, inclui àqueles que aparentemente não querem cuidados oficiais, que optam por cuidarem-se de forma não usual, com recursos terapêuticos diversos. Se há a possibilidade de apoiar as escolhas individuais sem julgamento de valor, sem julgamento médico, mas solidário e colaborativo para todas as escolhas?
Abraço
Hylton
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