Bárbara a iniciativa, Natalia. Muito bem embasada em termos de abordagem e proposta (pegada WikiLeaks, abertura creative commons...). Minha observação vem em manter uma postura de a Pública ser uma alternativa à mídia de massa hoje instituída sem vê-la como necessariamente uma inimiga, mas potencialmente uma aliada em levar informações de relevância que hoje não alcançam o público que você quer atingir. Além disso, acredito que a "venda" de conteúdos para outros veículos não necessariamente compromete a qualidade e o impacto dentro do contexto da mídia nacional. Possivelmente o contrário: "produtos jornalísticos" vendidos podem gerar fundos para matérias investigativas que hoje não tem apoio financeiro, garantindo que a roda continue girando. Faz sentido isso para você? Novamente: demais a iniciativa! Boa sorte!
Obrigada pela sua observação. Na verdade, a Pública não tem como objetivo ser uma "alternativa". Nós não vemos a mídia de massa como uma inimiga, mas como uma aliada para levar algumas informações importantes - essa é a essência do projeto. Ou seja, pensamos como você. Valeu pelo comentário!
Olá, Natalia! Está claro pela descrição sim que a essência do projeto é essa. Gostei mesmo da ideia. Fiquei curioso sobre como você e as demais pessoas envolvidas veem a possibilidade de venda de conteúdos jornalísticos para geração de fundos a fim de financiar iniciativas que tem menor - digamos - "atratividade de investimentos" externos. Um abraço!
Comentarios
Bárbara a iniciativa, Natalia. Muito bem embasada em termos de abordagem e proposta (pegada WikiLeaks, abertura creative commons...). Minha observação vem em manter uma postura de a Pública ser uma alternativa à mídia de massa hoje instituída sem vê-la como necessariamente uma inimiga, mas potencialmente uma aliada em levar informações de relevância que hoje não alcançam o público que você quer atingir. Além disso, acredito que a "venda" de conteúdos para outros veículos não necessariamente compromete a qualidade e o impacto dentro do contexto da mídia nacional. Possivelmente o contrário: "produtos jornalísticos" vendidos podem gerar fundos para matérias investigativas que hoje não tem apoio financeiro, garantindo que a roda continue girando. Faz sentido isso para você? Novamente: demais a iniciativa! Boa sorte!
Oi Cassiano,
Obrigada pela sua observação. Na verdade, a Pública não tem como objetivo ser uma "alternativa". Nós não vemos a mídia de massa como uma inimiga, mas como uma aliada para levar algumas informações importantes - essa é a essência do projeto. Ou seja, pensamos como você. Valeu pelo comentário!
Natalia Viana
Olá, Natalia! Está claro pela descrição sim que a essência do projeto é essa. Gostei mesmo da ideia. Fiquei curioso sobre como você e as demais pessoas envolvidas veem a possibilidade de venda de conteúdos jornalísticos para geração de fundos a fim de financiar iniciativas que tem menor - digamos - "atratividade de investimentos" externos. Um abraço!
Enviar un comentario nuevo