Diante de Planos Pilotos concretos já existentes, houve uma transformação das pessoas, tornando-as mais participativas e melhorando sua auto-estima. Da mesma forma a construção de seis padarias em seis vilas diferentes com todos os equipamentos de uma padaria, é um gerador de transformações das infra-estruturas físicas da comunidade: água, luz, calçamento, moradias.
Eu tenho convicção neste Projeto e estou construindo em cima de uma base sólida que são os seis Módulos em funcionamento e o meu conhecimento da clientela onde estou programando, pois, resido nesta Região desde 1.975. Participo ativamente na comunidade. A Comunidade está solicitando. Daí vem a Proposta de construir uma padaria em cada vila carente de nossa cidade e quem sabe em muitas outras cidades. Estes Módulos já existentes estão desencadeando outros projetos como fontes de Trabalho e Renda, alicerçando um desenvolvimento sólido nestas comunidades. Acredito que é um Projeto onde estou colocando toda a minha experiência metodológica vivenciada e comprovada no meio Técnico educacional formal por um longo período de 30 anos e agora colocando todo o meu tempo na educação informal destas comunidades tão pobres e sem emprego.
A prioridade é fazer com que as mulheres não recebam as coisas prontas mas elas mesmas sejam as transformadoras da farinha em pão. Da mesma forma sensibilizá-las para uma transformação pessoal, tornando-se cada vez mais cidadãos conscientes e que merecem uma vida mais digna e feliz.
Nossa Proposta, pretende fazer com que as mulheres participem nas diversas ações, os produtos gerados por elas serão divididos entre as participantes dos grupos. Desta forma mostraremos como é fácil de fazer uma gama muito grande de produtos tais como: pães, bolachas, cucas, massas. Portanto os problemas que o Projeto pretende lidar são os problemas da falta de alimentos e infra-estruturas físicas. A maior causa de tudo isto é a miséria em que este povo se encontra.
Convivendo todos estes anos com estas populações que vivem a mercê de catar papeis e outros lixos e vendo o clamor deles pedindo pelo Amor de Deus, “ me arrume um emprego”, é que tomei a iniciativa juntamente com eles, colhendo sugestões deles, de fazer Ações imediatas e concretas. O que estou apresentando não é um Projeto de uma pessoa mas de milhares delas. Creio que não podemos deixá-las sem esta oportunidade de poderem ter no lugar onde residem, um espaço onde elas mesmas serão as donas e elas mesmas executarão as Ações que estamos propondo. Este espaço ninguém irá tirá-lo delas porque é construído em cima de terreno público escriturado e devidamente legalizado. Creio que são Ações como estas que irão tornar o nosso país mais humano, justo e fraterno. Este projeto está sendo solicitado na cidade de Três Passos em duas vilas; em Palmeira das Missões também em duas vilas; na cidade de Chapecó no Estado de Santa Catarina numa vila. Nossa Instituição é conhecida em toda a Região.
Principais Parceiros da instituição:
Super-mercado Sorriso - Cooperação com o fornecimento gratuito de farinhas de trigo e milho, frutas para as oficinas das schimias, legumes e retalhos de gorduras de bovinos para a confecção de sabões.
Super-mercado Bertoletti - Cooperação no fornecimento gratuito de frutas e legumes.
Sacolão Porto Alegrense - Cooperação com o fornecimento gratuito de frutas e legumes para as oficinas das schimias.
Acaba de sair do forno, ainda quentinho, o livro do Profº Arildo Miguel Crespan, em parceria com sua esposa Idoli Contini Crespan, “Pão para todos”. A obra tem tudo para se constituir uma referência nacional sobre o assunto. Foi composta dentro dos critérios metodológicos e científicos e, o que é principal, não foi escrita nos gabinetes, mas legitimamente 'pondo a mão na massa'. Tem o cheiro da terra, e é fruto de experiências concretas, uma sugestão pública para os administradores que pretendem honestamente colocar comida no prato do povo.
Conta a bem sucedida experiência da Esquina da Solidariedade e das Padarias Comunitárias, onde famílias da baixa renda fabricam opção com suas próprias mãos e o levam para casa. Os ingredientes são ofertados por cidadãos e empresas solidárias, que socializam o lucro, com previsão de dividendos na Eternidade. Sim, porque, se todas estas atividades não possuírem uma fundamentação teológica, nada subsistirá. Debalde, alguns pretendem construir uma sociedade justa, erguida sob pilares profanos. Tudo aconteceu à sombra da Igreja. Crespan, que se autodenomina Crespão, busca a sua inspiração em exemplos cristãos como o Menino Jesus de Praga, Santo Antônio de Pádua e São Roque, na Itália, locais que ele vivenciou pessoalmente.
Estes cidadãos internacionais tanto se preocuparam em dar pão ao próximo que, se necessário fosse, apelavam para a intervenção divina.Produz-se no mundo 650 milhões de toneladas de trigo. Seriam suficientes para matar a fome. “Então, por que não decretar uma guerra mundial contra fome” – questiona o Profº Crespan. Mas só será conseguido este objetivo se o pão for fermentado com o levedo da solidariedade, e não com a farinha das balas.
A metodologia do Professor foge do assistencialismo puro, caminho fácil que pode desembocar na demagogia. Prega o autêntico empreendedorismo, que embasou o slogan 'Transformar mãos que pedem em mãos que fazem'. Fica-se também conhecendo a História do pão. Há 12.000 a.C. encontram-se indícios de pão entre os povos da Mesopotâmia. Em 1789, Luís XVI da França redige a 'carta do pão' unificando as variedades de pão entre as classes. Ausente o alimento principal, o povo se revolta. Em 1885, Giuseppe Todeschini, funda na região italiana a primeira fábrica de macarrão.
Assim como não deve faltar o pão na mesa do povo, que não falte o livro do Crespan na biblioteca de ninguém. Ele não era padeiro. Mas ninguém fabricou 'pão' como ele.
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Diante de Planos Pilotos concretos já existentes, houve uma transformação das pessoas, tornando-as mais participativas e melhorando sua auto-estima. Da mesma forma a construção de seis padarias em seis vilas diferentes com todos os equipamentos de uma padaria, é um gerador de transformações das infra-estruturas físicas da comunidade: água, luz, calçamento, moradias.
Eu tenho convicção neste Projeto e estou construindo em cima de uma base sólida que são os seis Módulos em funcionamento e o meu conhecimento da clientela onde estou programando, pois, resido nesta Região desde 1.975. Participo ativamente na comunidade. A Comunidade está solicitando. Daí vem a Proposta de construir uma padaria em cada vila carente de nossa cidade e quem sabe em muitas outras cidades. Estes Módulos já existentes estão desencadeando outros projetos como fontes de Trabalho e Renda, alicerçando um desenvolvimento sólido nestas comunidades. Acredito que é um Projeto onde estou colocando toda a minha experiência metodológica vivenciada e comprovada no meio Técnico educacional formal por um longo período de 30 anos e agora colocando todo o meu tempo na educação informal destas comunidades tão pobres e sem emprego.
A prioridade é fazer com que as mulheres não recebam as coisas prontas mas elas mesmas sejam as transformadoras da farinha em pão. Da mesma forma sensibilizá-las para uma transformação pessoal, tornando-se cada vez mais cidadãos conscientes e que merecem uma vida mais digna e feliz.
Nossa Proposta, pretende fazer com que as mulheres participem nas diversas ações, os produtos gerados por elas serão divididos entre as participantes dos grupos. Desta forma mostraremos como é fácil de fazer uma gama muito grande de produtos tais como: pães, bolachas, cucas, massas. Portanto os problemas que o Projeto pretende lidar são os problemas da falta de alimentos e infra-estruturas físicas. A maior causa de tudo isto é a miséria em que este povo se encontra.
Convivendo todos estes anos com estas populações que vivem a mercê de catar papeis e outros lixos e vendo o clamor deles pedindo pelo Amor de Deus, “ me arrume um emprego”, é que tomei a iniciativa juntamente com eles, colhendo sugestões deles, de fazer Ações imediatas e concretas. O que estou apresentando não é um Projeto de uma pessoa mas de milhares delas. Creio que não podemos deixá-las sem esta oportunidade de poderem ter no lugar onde residem, um espaço onde elas mesmas serão as donas e elas mesmas executarão as Ações que estamos propondo. Este espaço ninguém irá tirá-lo delas porque é construído em cima de terreno público escriturado e devidamente legalizado. Creio que são Ações como estas que irão tornar o nosso país mais humano, justo e fraterno. Este projeto está sendo solicitado na cidade de Três Passos em duas vilas; em Palmeira das Missões também em duas vilas; na cidade de Chapecó no Estado de Santa Catarina numa vila. Nossa Instituição é conhecida em toda a Região.
Principais Parceiros da instituição:
Super-mercado Sorriso - Cooperação com o fornecimento gratuito de farinhas de trigo e milho, frutas para as oficinas das schimias, legumes e retalhos de gorduras de bovinos para a confecção de sabões.
Super-mercado Bertoletti - Cooperação no fornecimento gratuito de frutas e legumes.
Sacolão Porto Alegrense - Cooperação com o fornecimento gratuito de frutas e legumes para as oficinas das schimias.
Acaba de sair do forno, ainda quentinho, o livro do Profº Arildo Miguel Crespan, em parceria com sua esposa Idoli Contini Crespan, “Pão para todos”. A obra tem tudo para se constituir uma referência nacional sobre o assunto. Foi composta dentro dos critérios metodológicos e científicos e, o que é principal, não foi escrita nos gabinetes, mas legitimamente 'pondo a mão na massa'. Tem o cheiro da terra, e é fruto de experiências concretas, uma sugestão pública para os administradores que pretendem honestamente colocar comida no prato do povo.
Conta a bem sucedida experiência da Esquina da Solidariedade e das Padarias Comunitárias, onde famílias da baixa renda fabricam opção com suas próprias mãos e o levam para casa. Os ingredientes são ofertados por cidadãos e empresas solidárias, que socializam o lucro, com previsão de dividendos na Eternidade. Sim, porque, se todas estas atividades não possuírem uma fundamentação teológica, nada subsistirá. Debalde, alguns pretendem construir uma sociedade justa, erguida sob pilares profanos. Tudo aconteceu à sombra da Igreja. Crespan, que se autodenomina Crespão, busca a sua inspiração em exemplos cristãos como o Menino Jesus de Praga, Santo Antônio de Pádua e São Roque, na Itália, locais que ele vivenciou pessoalmente.
Estes cidadãos internacionais tanto se preocuparam em dar pão ao próximo que, se necessário fosse, apelavam para a intervenção divina.Produz-se no mundo 650 milhões de toneladas de trigo. Seriam suficientes para matar a fome. “Então, por que não decretar uma guerra mundial contra fome” – questiona o Profº Crespan. Mas só será conseguido este objetivo se o pão for fermentado com o levedo da solidariedade, e não com a farinha das balas.
A metodologia do Professor foge do assistencialismo puro, caminho fácil que pode desembocar na demagogia. Prega o autêntico empreendedorismo, que embasou o slogan 'Transformar mãos que pedem em mãos que fazem'. Fica-se também conhecendo a História do pão. Há 12.000 a.C. encontram-se indícios de pão entre os povos da Mesopotâmia. Em 1789, Luís XVI da França redige a 'carta do pão' unificando as variedades de pão entre as classes. Ausente o alimento principal, o povo se revolta. Em 1885, Giuseppe Todeschini, funda na região italiana a primeira fábrica de macarrão.
Assim como não deve faltar o pão na mesa do povo, que não falte o livro do Crespan na biblioteca de ninguém. Ele não era padeiro. Mas ninguém fabricou 'pão' como ele.
Para visualizar todo o livro, acesse o Site: www.esquinadasolidariedade.com.br
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