Mulheres negras e muitos saberes
Mulheres negras e muito saberes proporciona o desenvolvimento de atividades profissionais valorizando os saberes da cultura afro. Além de formação, qualificação e aperfeiçoamento profissional, permite o acesso a novas tecnologias de informação e comunicação social, gerenciamento, mercado, auto-gestão, empreendedorismo e sustentabilidade.
Sobre você
Sobre você
Primeiro nome
Maria
Sobrenome
Homero
Página na internet
Organização
MARIA MULHER – Organização de Mulheres Negras
País
Brazil, RS
Sobre sua organização
Nome da organização
MARIA MULHER – Organização de Mulheres Negras
Página da organização na internet
Telefone da organização
55 51 3286-8482 / 3219-0180
Endereço da organização
Travessa Francisco Leonardo Truda, 40 sobreloja
País da organização
Brazil
Sua ideia
Nome do projeto/inovação
Mulheres negras e muitos saberes
País onde se dará o foco de atuação
Brazil, RS
Descreva seu projeto/inovação
Mulheres negras e muito saberes proporciona o desenvolvimento de atividades profissionais valorizando os saberes da cultura afro. Além de formação, qualificação e aperfeiçoamento profissional, permite o acesso a novas tecnologias de informação e comunicação social, gerenciamento, mercado, auto-gestão, empreendedorismo e sustentabilidade.
Página na internet
Inovação
Por que a ideia é única e qual o diferencial em relação aos demais projetos do mesmo campo de atuação?
O projeto se caracteriza como inovador, pois possibilita a formação de grupos de mulheres negras em situação de vulnerabilidade social desenvolvam atividades profissionais de produção: alimentos, culinária afro, produtos de beleza, penteados, artesanato, confecção de roupas, decoração de festas e iniciação musical valorizando os saberes da cultura afro. O grupo atua em conjunto respeitando as aptidões individuais e em conjunto têm acesso a novas tecnologias, informações sobre gerenciamento, mercado, direitos, deveres, limites, hábitos e atitudes, auto-gestão e empreendedorismo para a consolidação de uma iniciativa de sustentabilidade. Como também em grupo discutir de forma participativa temas sobre cidadania, relações humanas, auto-estima, gênero, raça/etnia, higiene, saúde, direitos sexuais e reprodutivos e participar de atividades complementares e articuladas, visando enriquecer o universo informal e cultural. O diferencial reside no fato de formar e qualificar profissionalmente mulheres negras em situação de vulnerabilidade social não somente para disputarem uma vaga no mercado de trabalho, mas oportunizar-lhes uma perspectiva real de geração de renda a partir do momento em que o objetivo central é a formação de um espaço criado por elas e que as acolha e seja multiplicador de oportunidades. O mercado de trabalho disponível para as mulheres negras de baixa renda é geralmente o doméstico e mesmo neste caso, o mercado é exigente e discriminatório. O projeto possibilita a integração e socialização das mulheres e também serve de escola para que outras venham a formar grupos de trabalho.
A sua inovação é patenteada?
Não
Impacto
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Quais foram os impactos obtidos até o momento?
Formação profissional de 60 mulheres e o acesso a fonte de renda estável saindo da situação de mendicância e miserabilidade em que se encontravam; Estruturação de trabalho cooperativado a serviço da comunidade; Referência de sustentabilidade a partir da realidade local; Aprendizagem e produção de alimentos, bonecas, produção de materiais de higiene e beleza, noções de administração e gerenciamento, informações sobre saúde, auto-cuidado, práticas sexuais seguras, direitos sexuais e reprodutivos e enfrentamento à violência doméstica, culinária afro, decoração de ambientes para festa, aprendizagem e reprodução de sons, ritmos, música de origem africana, penteados; Além de ter condições de tornarem-se multiplicadoras dessas informações através da exposição de seus produtos, bem como iniciem os processos de demonstração, comercialização e admissão de encomendas; Forma organizativa de Coordenação composta por três pessoas: coordenadora geral, secretária executiva e uma secretária financeira; Interlocução com atividades lúdicas e passeios culturais; A alfabetização de 20 mulheres integrantes do projeto utilizando da informática; Adesão e parceria de Universidade da região para aperfeiçoamento de novas técnicas; Formação de um grupo de produção com integrante do núcleo familiar; Reprodução e prática das informações sobre DST’s, cultura afro, discriminação de gênero, raça, social, com filhos; Reconhecimento de outras formas de sobrevivência que não assistencialistas; O trabalho em equipe como meio de desenvolver a sociabilidade e a solidariedade; Vinculação ao atendimento e acompanhamento psicossocial; Sensibilização para preservação do meio ambiente. A grande maioria das mulheres habita casas sem infra-estrutura básica da rede de esgotos e hidráulica e não são poucos os casos em que os excrementos são jogados a céu aberto, provocando doenças às mulheres e seus filhos. Através das aulas sobre higiene e saúde espera-se sensibilizá-las para os efeitos negativos dessa prática.
Problema
As mulheres possuem menos recursos para sustentarem a família por enfrentarem problemas decorrentes das desigualdades, associado à escolarização e profissionalização precárias, as oportunidades para romperem as barreiras da exclusão tornam-se quase inexistentes. A abrangência e a diversidade das situações que caracterizam a comunidade onde o projeto é desenvolvido implicam em formas variadas de ação voltadas a enfrentar tanto as situações de emergências, como a fome, quanto às de estrutura, como o acesso ao trabalho e renda. Alguns grupos sociais são mais vulnerabilizados em função da interseccionalidade entre as desigualdades de gênero, raça/etnia e classe. A intersecção destas estruturas expõe as mulheres negras pobres a um processo cruel de violações. Somente ações que enfrentam à pobreza e promovam a eqüidade social ocasionarão mudança de vida qualitativa. Assim, foram elaborados projetos suplementares para superação desse problema em parcerias com o governo federal para superação da fome; com cooperativas estruturadas para colocarem seus produtos em feiras; com escolas da comunidade, universidades e eventos realizados por organizações sociais para exposição e vendas.
Ações
1. Estruturação do projeto, inscrição e compra do material para as formações de conteúdos básicos, intercaladas com atividades lúdicas e culturais. Essa etapa é fundamental para que as mulheres adquiram confiança e auto-estima necessária para estabelecerem vínculo com a rotina e responsabilidade. Por isso devem acontecer em todas as etapas. 2. A alfabetização é fundamental para o desenvolvimento do projeto, porém não pode servir de elemento inibidor. Ë necessário que seja apresentado de uma forma atraente e que as desperte para a necessidade de aprenderem a ler e escrever. Assim, as oficinas de alfabetização se utilizam da informática ocorrendo em todas as etapas respeitando o tempo de assimilação e percepção da cada uma. 3. Cursos profissionalizantes. Preparação das mulheres para oferecer seus conhecimentos em vendas em eventos, estabelecimentos comerciais, domicílios. 4. Cursos sobre gerenciamento, cooperativismo, auto-gestão, atendimento ao público, mercado, empreendedorismo, direitos, deveres, boas práticas no trabalho. 5. Disponibilização na organização de espaço para exposição e venda, mas também incentivar para atendimento externo como em eventos de sustentabilidade.
Resultados
2010 – formação, capacitação e qualificação de 20 mulheres e o acesso a uma fonte de renda estável, visando auxiliá-las a sair da situação de mendicância e miserabilidade em que se encontram. 2011/ 2012 - estruturação de um centro de produção, formação, qualificação e aperfeiçoamento que esteja a serviço das comunidades, ampliando o número de vagas para outras mulheres. Também se espera criar uma referência de sustentabilidade, a partir da realidade local, em geração de renda para mulheres negras pobres. A partir das técnicas já mencionadas as mulheres possam tornar seu negócios sustentáveis financeiramente, ao mesmo tempo ter mais informações sobre saúde, direitos sexuais e reprodutivos e enfrentamento à violência doméstica e mais contato com a cultura afro. E ainda ter condições de tornarem-se multiplicadoras dessas informações através da exposição de seus produtos, bem como ter mais autonomia no processo de comercialização. 2012 – Construção de um espaço específico e com equipamento industrial para o funcionamento de centro de formação, qualificação e aperfeiçoamento profissional; Ter espaço fixo na feira de artesanato da Cidade que funciona aos sábados e aos domingos.
Quantas pessoas, por ano, são beneficiadas pelo sua inovação?
101‐1000
Qual é a renda familiar média da comunidade que a sua inovação beneficia, em U$?
$50 - 100
Sustentabilidade
Em que fase está a sua inovação?
Em execução entre 1-5 anos
Sua organização é
OSC/ONG
Sua inovação/iniciativa está vinculada a uma organização estabelecida?
Sim
Se "Sim", nome da organização
MARIA MULHER – Organização de Mulheres Negras
Há quanto tempo foi fundada a sua organização?
Há mais de 5 anos
Sua organização possui Diretoria ou Conselho Consultivo?
Sim
Sua organização possui alguma parceria não financeira com organizações sociais?
Sim
Sua organização possui alguma parceria não financeira com empresas?
Sim
Sua organização possui alguma parceria não financeira com o governo?
Sim
Conte-nos mais por que as parcerias acima são essenciais para a execução ou desenvolvimento da sua inovação
As parcerias que Maria Mulher realiza são de extrema importância não somente para o projeto, mas para o desenvolvimento de todo o trabalho desenvolvido pela organização. Maria Mulher tem parceria com a Igreja Metodista através de um contrato de comodato por tempo indeterminado para utilização do prédio onde são desenvolvidas todas as atividades na comunidade onde atua. Parceria com Universidades e Empresas, que possibilitem o aperfeiçoamento profissional, acesso a novas tecnologias de comunicação social e formação de formas adequadas para divulgação do trabalho realizado possibilitando o conhecimento dos produtos confeccionados. Tanto as empresas como as universidades fimam compromisso de adquirirem os produtos confeccionados. Quando algumas destas instituições realizam eventos, contratam os serviços de produção de alimentos, confecção de bolsas, decoração do ambiente e serviços de garçonetes. Isso também acontece com organizações da sociedade civil. Parceria com Governo Municipal e Estadual obtendo contratos para desenvolver projetos.
Orçamento anual atual, em US$ (confidencial)
• Entre US$100,000 e US$250,000.
A história
Em que momento decidiu criar/liderar esta inovação? Conte-nos a sua história
A idéia surgiu em uma reunião mensal de trabalho. Nesta reunião foi levantada pelas mulheres da comunidade a necessidade de implantação de frentes de trabalho. Após uma avaliação das suas qualificações e premência em realizar uma atividade que lhes proporcionasse uma renda imediata, surgiu à idéia inicialmente da produção de alimentos e confecção de roupas para serem vendidos em feiras que acontecem na cidade. No entanto, a maioria das mulheres habita em casas sem instalação elétrica, hidráulica e inclusive rede de esgotos o que inviabiliza a idéia, na medida em que a preparação dos alimentos, a confecção de roupas e a comercialização dos produtos no mercado de consumo exigem padrões de higiene e qualidade. Devido a isto surgiu, então, a necessidade de construção de um espaço comunitário dentro das normas de saúde e higiene. Outro fato, é que, apesar de não existir pesquisa sobre estes habitantes com recorte de raça/etnia, a presença massiva de negras e negros é facilmente percebida. Na comunidade a grande maioria das mulheres e principalmente as negras, atendidas por Maria Mulher, em seus vários programas, vive em estado de marginalização social, possuindo como alternativa para minorar o quadro de exclusão a vinculação a algum programa assistencial tanto governamental quanto de instituições assistenciais. A comunidade que Maria Mulher trabalha é basicamente constituída por mulheres negras vivendo na linha da miserabilidade. Somente ações que tenham por objetivo o enfrentamento à pobreza e de promoção da eqüidade social ocasionarão uma mudança de vida qualitativa.
Conte-nos a biografia do(a) inovador(a) social que criou ou lidera esta inovação
A idéia não surge de uma pessoa, surge das Marias. Marias com histórico de participação no Movimento social de negras e negos, e que, pela necessidade de discutir e apresentar propostas que incluísse a temática mulher negra, reuniram suas experiências e fizeram inicialmente um enfrentamento aos Movimentos social de negras e negos e feminista. No movimento negro propomos que fossem identificadas e trabalhadas as especificidades relativas à questão de gênero. E, no movimento feminista introduziu a necessidade de ser discutida a temática raça/etnia. Alertando de forma pioneira os Movimentos Negro e Feminista do RS, para a necessidade de serem abordadas a temática específicas das mulheres negras. Realizamos intervenções relevantes e incisivas naqueles movimentos sociais, fazendo com que assumissem a discussão sobre a mulher negra. Provocou o debate sobre questões que envolviam as negras e apontamos alternativas de soluções para os problemas apontados. Desempenhamos com eficácia o papel de fomentadoras, de disseminadoras e de orientadoras para as discussões sobre os temas relativos às mulheres negras. Os anos passaram, a organização amadureceu e adquiriu um novo caráter. Algumas Marias saíram da entidade, porém carregam consigo a experiência e o conhecimento acumulados, os quais servem para instrumentalizar a sua atuação na sociedade. Atualmente a articulação com as comunidades e a coordenação dos programas relativos ao atendimento e acompanhamento das mulheres fica a cargo de Maria Noelci Teixeira Homero. Bibliotecária, educadora elabora projetos que resultam na promoção e desenvolvimento social, cultural e econômico destas mulheres bem como das comunidades onde a Maria Mulher atua.
Como soube do Changemakers?
Contato pessoal do Changemakers/Ashoka
Se for de alguma outra fonte de informação, por favor, mencione o nome da organização ou da pessoa que indicou o Changemakers
Questões adicionais do International Center for Research on Women (ICRW)
A. Seu projeto/inovação busca superar algum dos seguintes obstáculos ao acesso a tecnologia por mulheres? (Selecione todas as opções que se aplicam ao seu caso)
Restrições econômicas ou institucionais, Falta de envolvimento das mulheres no processo de desenvolvimento tecnológico.
B. Seu projeto/inovação envolve mulheres em pelo menos uma das seguintes fases do ciclo de vida da tecnologia? (Selecione todas as opções válidas). Identificação do problema que a tecnologia irá solucionar
Criação e manutenção de vínculos de mercado para resultados econômicos para mulheres, Avaliação.
Caso você tenha selecionado alguma das opções acima, por favor, explique como você irá garantir o envolvimento de mulheres em cada uma das fases relevantes do ciclo de vida da tecnologia.
Criação de secretária encarregada em firmar parcerias e colocar os produtos no mercado.Avaliação cada etapa do projeto
C. Caso o foco de sua inovação sejam as mulheres, como esse foco foi definido? (Selecione todas as opções válidas)
• A inovação teve mulheres como foco desde sua concepção..
D. A sua inovação irá beneficiar diretamente mulheres de que tipo de comunidade? (Selecione todas as opções válidas)
• De periferias urbanas, • De baixa renda.
E. De que forma a equipe e a liderança do projeto envolvem mulheres? (selecione todas as opções válidas)
• É liderado por uma mulher/mulheres..
F. Sua organização estabeleceu alguma nova parceria em resposta a este desafio? Em caso positivo, com que tipo de organização (selecione todas as opções válidas)
• Nenhuma.
G. A liderança do projeto tem experiência prévia com as seguintes atuações?
• Trabalho com mulheres.
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Comments
Prezada Maria Homero,
Gostei muito de conhecer mais sobre a organização. É bom saber que existem organizações que buscam qualificar as pessoas de minorias discriminadas em nosso país. Acredito que a mudança real para estes grupos somente virá por uma mobilização destes próprios grupos. Sua organização e auto-confiança são necessários para sustentar qualquer iniciativa de longo-prazo.
Outro fator que certamente ajudará é a tecnologia. E apesar de você citar isso várias vezes no seu projeto não ficou claro para mim quais tecnologias podem realmente ajudar as 'Marias'. Por exemplo, vi a cartilha de gravidez na adolescência. Como essa mesma informações poderia ser passada de outra forma utilizando a tecnologia? Como fazer para que as (e os também) adolescentes possam discutir sobre o tema. O PDF ajuda mas, infelizmente, não é o melhor canal para atingir este grupo.
Sendo assim, meu principal conselho para sua entrada é explicitar melhor como a tecnologia pode ajudar a este grupo e à sua entidade.
Avise como posso ajudar.
Parabéns pela iniciativa!
Mauricio
Prezado Mauricio
Obrigada pela atenção. As Marias solicitam contribuição para viabilizar as tecnologias além das que já estamos realizando. sabemos que PDF contribui, mas não atinge o grupo. Por este motivo que realizamos encontros presenciais, questionamentos e produção de documentos. A metodologia de Maria Mulher quantos as tecnologias são: em primeiro lugar partir dos saberes já existentes, ou seja, relatos; segundo adequa-los de acordo com interesse, a outras tecnologias, ex: cartilha gravidez ... reunimos jovens discutimos temas como cidadania, saúde, meio ambiente, manifestações culturais como forma politico cultural de reinvindicação e participação e outras. Apos escolha de tema a ser multiplicado, formas de fazer esta multiplicação ( foi escolhido modo cartilha) para isso desenvolveram apresndizado de elaboração de roteiro,fotografar,filmar, diagramar. A cartilha foi impressa e com ela, as e os jovens vem trabalhando no bairro com o objetivo de diminuir a incidência de gravidez não planejada. Gostarámos que apartir da tua leitura do projeto que sugestões práticas poderiamos inserir para que consigamos melhor elucidação.
Solidariamento
Maria Noelci Homero
Olá, Maria Homero! Como vai?
Parabéns pelo trabalho de vocês. Tenho vários pontos positivos a destacar na sua inscrição. É interessante saber que para além das questões de gênero, a Maria Mulher trabalha com a valorização da cultura afro-brasileira, discute o racismo e as desigualdades do país. Ainda, é bom saber que o trabalho de vocês tem caráter participativo, à exemplo da reivindicação das próprias mulheres pela criação e manutenção de atividades econômicas para elas.
Como Maurício ressaltou muito bem, o que gostaríamos que exemplificasse melhor é: qual é a tecnologia/técnica/ferramentas que a Maria Mulher possui?
Podemos pensar, por exemplo, na forma como a cartilha é desenvolvida. O diferencial não é a cartilha em si ou o formato que ela está, mas o processo de construção participativo e a distribuição da mesma.
Desse modo, vocês poderiam focalizar em como são desenvolvidas as ações de aumento ou geração de renda e formação profissional para mulheres. Ou seja, na descrição da ideia, conte-nos como é o processo de fabricação, qualificação até comercialização dos produtos? Como a Maria Mulher articula as parcerias com os diversos setores? De que forma as mulheres são envolvidas nesse processo?
Fico à disposição.
Mais uma vez, parabéns e obrigada pela sua participação!
Tamiris Gomes Sobral
Obrigada Tamiris. Como tu destacasse as ações em Maria Mulher são coletivas, muitas vezes atraza um pouco o processo de resposta, mas se optamos pela forma partiticipativa esta é a conseguência. Acatamos as consederações e estamos trabalhando nas alterações da proposta. Como respondi para Mauricio toda e qualquer atividade vem de demanda. Há um processo exaustivo de reuniões com as mulheres, rede de serviços da região e depois a elaboração. Utilizando a cartilha como exemplo. Nas atividades com jovens nas exposições sobre saúde, direitos sexuais e direitos reprodutivos, manifestaram o desejo de dicutir sobre gravidez na adolescencia. Manifestaram tambem que gostariam de ter alguma ferramenta para multiplicar as informações.
Maria Noelci Homero
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