Prezada Maria Homero,
Gostei muito de conhecer mais sobre a organização. É bom saber que existem organizações que buscam qualificar as pessoas de minorias discriminadas em nosso país. Acredito que a mudança real para estes grupos somente virá por uma mobilização destes próprios grupos. Sua organização e auto-confiança são necessários para sustentar qualquer iniciativa de longo-prazo.
Outro fator que certamente ajudará é a tecnologia. E apesar de você citar isso várias vezes no seu projeto não ficou claro para mim quais tecnologias podem realmente ajudar as 'Marias'. Por exemplo, vi a cartilha de gravidez na adolescência. Como essa mesma informações poderia ser passada de outra forma utilizando a tecnologia? Como fazer para que as (e os também) adolescentes possam discutir sobre o tema. O PDF ajuda mas, infelizmente, não é o melhor canal para atingir este grupo.
Sendo assim, meu principal conselho para sua entrada é explicitar melhor como a tecnologia pode ajudar a este grupo e à sua entidade.
Avise como posso ajudar.
Parabéns pela iniciativa!
Mauricio
Prezado Mauricio
Obrigada pela atenção. As Marias solicitam contribuição para viabilizar as tecnologias além das que já estamos realizando. sabemos que PDF contribui, mas não atinge o grupo. Por este motivo que realizamos encontros presenciais, questionamentos e produção de documentos. A metodologia de Maria Mulher quantos as tecnologias são: em primeiro lugar partir dos saberes já existentes, ou seja, relatos; segundo adequa-los de acordo com interesse, a outras tecnologias, ex: cartilha gravidez ... reunimos jovens discutimos temas como cidadania, saúde, meio ambiente, manifestações culturais como forma politico cultural de reinvindicação e participação e outras. Apos escolha de tema a ser multiplicado, formas de fazer esta multiplicação ( foi escolhido modo cartilha) para isso desenvolveram apresndizado de elaboração de roteiro,fotografar,filmar, diagramar. A cartilha foi impressa e com ela, as e os jovens vem trabalhando no bairro com o objetivo de diminuir a incidência de gravidez não planejada. Gostarámos que apartir da tua leitura do projeto que sugestões práticas poderiamos inserir para que consigamos melhor elucidação.
Solidariamento
Maria Noelci Homero
Parabéns pelo trabalho de vocês. Tenho vários pontos positivos a destacar na sua inscrição. É interessante saber que para além das questões de gênero, a Maria Mulher trabalha com a valorização da cultura afro-brasileira, discute o racismo e as desigualdades do país. Ainda, é bom saber que o trabalho de vocês tem caráter participativo, à exemplo da reivindicação das próprias mulheres pela criação e manutenção de atividades econômicas para elas.
Como Maurício ressaltou muito bem, o que gostaríamos que exemplificasse melhor é: qual é a tecnologia/técnica/ferramentas que a Maria Mulher possui?
Podemos pensar, por exemplo, na forma como a cartilha é desenvolvida. O diferencial não é a cartilha em si ou o formato que ela está, mas o processo de construção participativo e a distribuição da mesma.
Desse modo, vocês poderiam focalizar em como são desenvolvidas as ações de aumento ou geração de renda e formação profissional para mulheres. Ou seja, na descrição da ideia, conte-nos como é o processo de fabricação, qualificação até comercialização dos produtos? Como a Maria Mulher articula as parcerias com os diversos setores? De que forma as mulheres são envolvidas nesse processo?
Fico à disposição.
Mais uma vez, parabéns e obrigada pela sua participação!
Tamiris Gomes Sobral
Obrigada Tamiris. Como tu destacasse as ações em Maria Mulher são coletivas, muitas vezes atraza um pouco o processo de resposta, mas se optamos pela forma partiticipativa esta é a conseguência. Acatamos as consederações e estamos trabalhando nas alterações da proposta. Como respondi para Mauricio toda e qualquer atividade vem de demanda. Há um processo exaustivo de reuniões com as mulheres, rede de serviços da região e depois a elaboração. Utilizando a cartilha como exemplo. Nas atividades com jovens nas exposições sobre saúde, direitos sexuais e direitos reprodutivos, manifestaram o desejo de dicutir sobre gravidez na adolescencia. Manifestaram tambem que gostariam de ter alguma ferramenta para multiplicar as informações.
Maria Noelci Homero
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Prezada Maria Homero,
Gostei muito de conhecer mais sobre a organização. É bom saber que existem organizações que buscam qualificar as pessoas de minorias discriminadas em nosso país. Acredito que a mudança real para estes grupos somente virá por uma mobilização destes próprios grupos. Sua organização e auto-confiança são necessários para sustentar qualquer iniciativa de longo-prazo.
Outro fator que certamente ajudará é a tecnologia. E apesar de você citar isso várias vezes no seu projeto não ficou claro para mim quais tecnologias podem realmente ajudar as 'Marias'. Por exemplo, vi a cartilha de gravidez na adolescência. Como essa mesma informações poderia ser passada de outra forma utilizando a tecnologia? Como fazer para que as (e os também) adolescentes possam discutir sobre o tema. O PDF ajuda mas, infelizmente, não é o melhor canal para atingir este grupo.
Sendo assim, meu principal conselho para sua entrada é explicitar melhor como a tecnologia pode ajudar a este grupo e à sua entidade.
Avise como posso ajudar.
Parabéns pela iniciativa!
Mauricio
Prezado Mauricio
Obrigada pela atenção. As Marias solicitam contribuição para viabilizar as tecnologias além das que já estamos realizando. sabemos que PDF contribui, mas não atinge o grupo. Por este motivo que realizamos encontros presenciais, questionamentos e produção de documentos. A metodologia de Maria Mulher quantos as tecnologias são: em primeiro lugar partir dos saberes já existentes, ou seja, relatos; segundo adequa-los de acordo com interesse, a outras tecnologias, ex: cartilha gravidez ... reunimos jovens discutimos temas como cidadania, saúde, meio ambiente, manifestações culturais como forma politico cultural de reinvindicação e participação e outras. Apos escolha de tema a ser multiplicado, formas de fazer esta multiplicação ( foi escolhido modo cartilha) para isso desenvolveram apresndizado de elaboração de roteiro,fotografar,filmar, diagramar. A cartilha foi impressa e com ela, as e os jovens vem trabalhando no bairro com o objetivo de diminuir a incidência de gravidez não planejada. Gostarámos que apartir da tua leitura do projeto que sugestões práticas poderiamos inserir para que consigamos melhor elucidação.
Solidariamento
Maria Noelci Homero
Olá, Maria Homero! Como vai?
Parabéns pelo trabalho de vocês. Tenho vários pontos positivos a destacar na sua inscrição. É interessante saber que para além das questões de gênero, a Maria Mulher trabalha com a valorização da cultura afro-brasileira, discute o racismo e as desigualdades do país. Ainda, é bom saber que o trabalho de vocês tem caráter participativo, à exemplo da reivindicação das próprias mulheres pela criação e manutenção de atividades econômicas para elas.
Como Maurício ressaltou muito bem, o que gostaríamos que exemplificasse melhor é: qual é a tecnologia/técnica/ferramentas que a Maria Mulher possui?
Podemos pensar, por exemplo, na forma como a cartilha é desenvolvida. O diferencial não é a cartilha em si ou o formato que ela está, mas o processo de construção participativo e a distribuição da mesma.
Desse modo, vocês poderiam focalizar em como são desenvolvidas as ações de aumento ou geração de renda e formação profissional para mulheres. Ou seja, na descrição da ideia, conte-nos como é o processo de fabricação, qualificação até comercialização dos produtos? Como a Maria Mulher articula as parcerias com os diversos setores? De que forma as mulheres são envolvidas nesse processo?
Fico à disposição.
Mais uma vez, parabéns e obrigada pela sua participação!
Tamiris Gomes Sobral
Obrigada Tamiris. Como tu destacasse as ações em Maria Mulher são coletivas, muitas vezes atraza um pouco o processo de resposta, mas se optamos pela forma partiticipativa esta é a conseguência. Acatamos as consederações e estamos trabalhando nas alterações da proposta. Como respondi para Mauricio toda e qualquer atividade vem de demanda. Há um processo exaustivo de reuniões com as mulheres, rede de serviços da região e depois a elaboração. Utilizando a cartilha como exemplo. Nas atividades com jovens nas exposições sobre saúde, direitos sexuais e direitos reprodutivos, manifestaram o desejo de dicutir sobre gravidez na adolescencia. Manifestaram tambem que gostariam de ter alguma ferramenta para multiplicar as informações.
Maria Noelci Homero
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