Acesso a Moradias Dignas, Sustentáveis e Acessíveis - PMEs abordam o desafio global

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Visão geral do Desafio G20: Financiamento para PMEs

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Cobrindo as maiores iniciativas econômicas do G20 com foco em moradia 

Hoje cerca de um bilhão de pessoas vivem em favelas. Dois milhões não têm acesso à energia elétrica, principalmente como resultado de planejamento inadequado, políticas públicas insuficientes, falhas do mercado e lacunas nas capacidades do governo. Apesar de instituições públicas e governos reconhecerem a necessidade universal de moradias adequadas, em muitos casos são as empresas locais que podem oferecer soluções de forma mais eficaz. As pequenas e médias empresas (PMEs) são um recurso importante para ajudar comunidades a acompanharem a demanda para a construção de moradias, e melhorarem com a distribuição de água, saneamento, eletricidade e infraestrutura de transportes.
 
Os países membros do G20 reconhecem a importância de identificar modelos financeiros público-privados que promovem o crescimento sustentável das PMEs trabalhando para enfrentar esses desafios globais. O Desafio Financeiro PME do G20, que procura as melhores ideias para retirar as barreiras do financiamento a fim de garantir o crescimento e o sucesso das PMEs, demonstra um compromisso com a redução da pobreza. Em todo o mundo, empreendedores sociais e as PMEs estão liderando a busca por soluções inovadoras que garantam o acesso à moradia digna e sustentável para os que são os mais pobres dentre os pobres.

A seguir apresentamos algumas posições e entrevistas para uma cobertura única e interessante de moradia inclusiva e sustentável:

Pequenos investimentos em infraestrutura têm um efeito multiplicador na comunidade - Moradias e condições de vida precárias nos bairros de baixa renda exacerbam a pobreza urbana. Os negócios que enfrentam esses desafios, pouco-a-pouco veem grandes melhorias.
 
  • Exemplo: Na Argentina, a Fundação ProVivienda de Celeste Bustero, que fez parte do desafio de Negócios Sociais do Changemakers, tem implementado um modelo de negócio inovador que trabalha com comunidades de baixa renda para enfrentar os desafios da inclusão social, da pobreza e da falta de infraestrutura básica nas favelas de Buenos Aires. A fundação tem desenvolvido uma rede de serviços de gás natural, que agora serve 3 mil famílias pobres que anteriormente não tinham acesso aos serviços públicos mais básicos. Programas adicionais de ProVivienda fornecem suporte para a formalização da casa própria, bem como das melhorias financeiras para banheiros, cozinhas e lavanderias.
Formação técnica na construção leva não só à criação de habitação e emprego, mas também à independência e à participação cívica – Moradia é apenas um dos desafios interligados enfrentados pelas populações empobrecidas. Os modelos que tentam fazer mais do que retirar as pessoas da rua têm um impacto mais amplo e profundo que beneficiam indivíduos e toda a comunidade.
  • Exemplo: No Brasil, Raquel Barros (Empreendedora Social da Ashoka, vencedora do desafio Changemakers Mulheres | Ferramentas | Tecnologia, e fundadora da Associação Lua Nova) está implementando um modelo original que ajuda as mulheres em situações de risco a realizarem seu potencial construindo seus próprios condomínios confortáveis e sustentáveis, tijolo por tijolo. O Projeto Escola Empreiteira da Lua Nova oferece às mulheres as habilidades práticas, educação, e ferramentas de gestão financeira que capacitam as mulheres para serem cidadãs, empresárias e administradoras engajadas, assim como líderes comunitárias.
Direitos civis devem ser protegidos para garantir a vitalidade e sustentabilidade das comunidades urbanas - Garantir os direitos dos moradores por meio da educação, advocacia e melhoria das condições de vida cria uma sociedade melhor e mais justa.
  • Exemplo: Na África do Sul, Empreendedor Social da Ashoka e grande defensor dos direitos civis, Sayed Iqbal Mohamed, trabalha com os idosos mais desfavorecidos, os pobres e aqueles que sofrem com o resultado de condições e leis econômicas injustas. A Organização de Direitos Civis de Mohammed está demonstrando como, através da educação, capacitação, advocacia e da construção de contatos em rede, as pessoas de baixa renda podem proteger seus interesses habitacionais nos locais e alavancar o ativismo comunitário para mudar radicalmente as políticas públicas de moradia do país.
Essa é apenas uma fração dos recursos disponíveis através da Ashoka e do Changemakers. Para mais informações e para acessar a nossa comunidade global de mais de 140 mil agentes de transformação (changemakers) em todo o mundo, por favor, entre em contato com:

Julia Forlani
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